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INFLAÇÃO: DO “BOOM” AO “CRACK-UP BOOM”!


Conceituando inflação

Os preços dos produtos e serviços se dão sobre diversas forças atuantes. Entre elas, estão o poder da moeda, a oferta e a demanda dos bens e seus custos de produção a cada estágio. Eles derivam-se, primariamente, das constantemente instáveis valorações subjetivas dos indivíduos, que agem e atuam em uma economia de mercado [1]. Portanto, entende-se que não existem preços ideais, originários ou objetivos. Existem apenas preços que, junto com a mudança nas valorações individuais, em diferentes momentos, é compreensível existir uma oscilação quase que constante [2], descartando rapidamente a validade de qualquer teoria de uma economia estável e de preços ideais [3].

Dada essa oscilação comum, é tendencioso ao erro, conceituar como inflação, ou deflação, como sinônimos do aumento ou queda dos preços, respectivamente [4]. Classificar desta forma, induz – ou pode induzir -, primeiro, a pensar que existam preços de mercado ideais, i.e., objetivos ou fixos. Em segundo, que por inflação, sejam as mudanças do preço do produto, ou da moeda, por si só, ou seja, uma consequência de outros fatores. Pelo contrário, nesta relação de aumento de preços e inflação, esta última é uma força atuante. Uma causa.

Inflação ou deflação são conceitos catalácticos sobre a base monetária, indicando sua expansão ou redução – respectivamente. Agem como causa, ou tendência, em relação a mudança dos preços. Alterar essa base não só traz influência sobre os produtos, mas também sobre a moeda [5]. Consequentemente, atua diretamente sobre as preferências dos indivíduos [6].

Isto porque não existe uma moeda neutra, que afete todo o mercado, de forma proporcional, uniforme e regular, em um mesmo instante [7]. Setores de mercado são dependentes, independentes ou interdependentes entre si, sendo afetados de maneiras diferentes – enriquecendo ou empobrecendo – simultaneamente, ou não. Se um setor da produção e venda de grãos está em crise, não necessariamente a de aço também estará. Dada essa não neutralidade da moeda – e da economia de mercado em geral -, a inflação, ao afetar os setores da economia, também o faz de maneiras diversas, em um específico momento. Por isso, pode alterar todo o planejamento de uma sociedade inteira.

Efeitos iniciais

Há duas consequências básicas a se entender sobre inflação [8], i.e., a expansão de base monetária. O primeiro é que ela beneficia os primeiros receptores da moeda adicional, dando-os mais poder de compra, em detrimento dos demais – principalmente dos últimos – receptores. Estes ainda não adequaram seus preços ao novo poder de compra alheio, e não possuem poder de compra proporcional aos novos preços!

O segundo é a diluição do valor das unidades das cédulas por causa da inflação, em relação à produtividade atual. Há mais dinheiro disponível sendo ofertado, ante a mesma produtividade de bens, e consequentemente, a praticamente igual demanda por dinheiro em caixa, i.e., poupança [9].

Direcionando o foco sobre a inflação, quando a nova moeda é emitida – ou possui seu percentual metálico reduzido, como aconteceu com a prata e o ouro [10] -, quem detiver sua posse, ao injetá-la no mercado, seja através dos serviços bancários – empréstimos e crédito -, do investimento, ou do consumo de curto prazo; inicia os processos dos efeitos inflacionários.

O primeiro detentor possui um poder de compra adicional dentro deste cenário de preços “desatualizados”, portanto, está em clara vantagem em relação aos demais. Ao transferir o dinheiro para novas posses, age como um adicional sobre o volume de demanda do(s) produto(s) comprado(s), adicional este que não existiria sem essa quantia nova em moeda. É a primeira distorção de informações no mercado.

Lidando com a nova demanda, esse(s) receptor(es) tende(m) a aumentar seus preços. Também, tendo um poder de compra maior, pode(m) decidir entre consumir mais, ou iludido(s) pela demanda adicional de seus produtos, pode até mesmo expandir sua cadeia produtiva em investimentos mal direcionados, confusos por dados e situações válidas apenas momentaneamente.

Resumidamente, dentro do processo inflacionário, todos os novos receptores gozam de dois benefícios: a margem para o aumento de seus preços, devido a demanda adicional, e um poder de compra – cada vez menos vantajoso conforme circula a moeda -, porém também superior aos demais, que ainda não se adequaram, ou não desfrutaram da quantia adicional de moeda.

Deve ficar bem claro que os preços maiores afetam qualquer atuante na economia de mercado, mas o benefício do poder de compra adicional, dado pelo dinheiro impresso, não! Os produtos e serviços mais caros não são contrabalanceados por mais cédulas distribuídas uniformemente.

Em via de regra, os últimos receptores da moeda adicional injetada são prejudicados, uma vez que lidam, desde o começo, e por mais tempo, com preços maiores. Inflacionar é beneficiar sorrateira e institucionalmente alguns grupos pelo detrimento de outros. Na medida em que isto ocorre, em diversas “ondas” inflacionárias, os últimos receptores, enquanto ainda se adequam à “onda anterior”, acabam por já estar lidando também com um novo aumento de preços e do poder de compra alheio. Quanto mais se estende o ciclo inflacionário, maior é a concentração de poder de alguns, e a diluição da capacidade de troca dos outros.

Todo esse desbalanceamento monetário faz com que preços desproporcionalmente maiores entre si, e em comparação ao que se têm de recursos, criem mudanças nas preferências dos indivíduos. O que custara antes 10% do poder de compra mensal, agora consome 12% e pode não ser mais algo tão desejável. Uma vez que a moeda não é neutra, as mudanças ocorrem de forma mista [11]. A compra de substitutos para um determinado produto, ou até mesmo abster-se de comprar aquele tipo, ou demais tipos de produtos, podem se tornar opções mais atraentes ao consumidor.

Formação dos preços, taxa de juros e crédito

Preços variam por local e produto, a partir de diversos vetores de tendências contrárias agindo simultaneamente [12]. Influenciam nos preços: a oferta, a demanda, o poder de compra da moeda, a taxa de juros, os preços dos fatores de produção e a expectativa sobre o mercado futuro. Existem diversos outros além destes. Em certos momentos, o aumento de preços causado pela inflação pode ser freado, pois pode haver outros fatores – como a poupança, ou o aumento real da produtividade – agindo em contraposição [13].

Expandir a base monetária pode causar efeitos muito mais complexos, não só sobre o valor da moeda, ou os preços dos produtos em si. Inflacionar uma moeda pode alterar fatores cruciais, como a taxa de juros – juros são, em base, a relação de valor entre bens presentes e bens futuros [14]. O aumento do consumo e da valorização dos bens presentes – de curto prazo -, que significa o aumento da preferência temporal, é diretamente proporcional ao aumento da taxa de juros. A queda desses fatores representa quedas nos juros.

A única forma de se atuar como motor de um mercado a longo prazo, através de empréstimos, é a partir do acúmulo de capital. O capital acumulado perde sua utilidade marginal, ou seja, é menos valorizado no momento, por ser menos necessário para o consumo imediato, criando diminuição da preferência temporal [15]. Adicionando oferta e demanda também, conclui-se que quanto maior o crédito disponível, menor é o custo de se tomar empréstimos.

Efeitos da política inflacionária

 Preços, juros e o efeito dominó sobre a moeda

A prática da impressão de moeda, de forma pontual e direcionada, de forma a criar uma desigualdade de poder de compra, possui efeitos limitados e momentâneos. O aumento da demanda, causado pelo primeiro receptor, por um curto período, pode não afetar de forma cíclica e sistemática. A partir do momento em que se torna uma medida política e corriqueira – o que acontece muito sobre pretextos de “aquecimento do mercado” [16] -, afetando também o mercado de empréstimos, seus efeitos podem tomar proporções catastróficas.

A primeira – e necessariamente eventual – percepção do cidadão médio sobre a desvalorização, por excesso de oferta, do seu dinheiro, incentiva-o cada vez mais ao consumo. Em um momento inicial, o cidadão médio pode poupar seu dinheiro, esperando com que a primeira onda de aumento de preços passe [17]. Essa decisão acaba por freando levemente essa tendência – de aumento de preços –, pois a demanda por dinheiro em caixa valoriza-o [18]. Ao se deparar com a situação em que os mesmos produtos se tornam constantemente mais caros, sua percepção muda.

Poupar para ter proporcionalmente menos no futuro se torna um prejuízo. Tendo consciência disto, guardar dinheiro é algo a ser evitado. Há um aumento do consumo, simultaneamente, trazendo a diminuição coletiva da demanda por dinheiro em caixa. O dinheiro circula, por perda de credibilidade. A impactante menor demanda por poupar traduz-se novamente em menor valoração sobre o dinheiro.

Como dito, taxas de juros só diminuem quando se eleva o nível de poupança [19]. Nos efeitos descritos acima, o crédito fica novamente mais escasso e as taxas de juros aumentam. Acaba por freando a tomada de empréstimos e a viabilidade dos investimentos de longo prazo, que são mais custosos e menos rentáveis de início. Há então um novo aumento da preferência temporal e do consumo, potencializando todos os problemas descritos acima – a perda de valor da moeda e o aumento da taxa de juros.

O mercado não lida com o presente, mas sim com expectativas futuras – assim como qualquer ação humana [20]. Vendas, compras, poupanças e investimentos ocorrem na expectativa de um lucro, sendo este psíquico [21], capital ou monetário. Quando se há uma estimativa de perda de valor da moeda e encarecimento dos produtos, o mercado de bens futuros, e de crédito propriamente dito, acaba por criar mecanismos “preventivos”. Adiciona-se ao preço dos juros, um “prêmio compensatório” [22], que é um novo encarecimento dos juros, visando diminuir os danos esperados pelas consequências acima.

O boom inicial

Essa cascata de sucessivas quedas no valor da moeda é antecedida por outros processos. Na verdade, existem efeitos intermediários, aparentemente positivos, que tornam as políticas inflacionárias um grande atrativo aos governos de medidas populistas e imediatas.

A expansão de base monetária, e a injeção do dinheiro no mercado de créditos, torna maior o volume disponível de empréstimos para serem tomados [23]. Esta maior oferta de crédito abaixa sua taxa de juros. A taxa de juros artificialmente menor tende a aquecer a economia, dados os créditos mais baratos.

Há uma grande distorção de informações. A mudança nas taxas de juros pode indicar, de forma errônea, 1) uma maior produtividade no mercado, assim como 2) maior tendência em massa ao pensamento de longo prazo – pois indica que as pessoas estão poupando mais e consumindo menos -, e por fim, 3) informa erroneamente em relação a quanto vale realmente a moeda. Um termo adequado, comumente utilizado por Ludwig von Mises para descrever as consequências disto, seria que este processo “cria uma má alocação de recursos” [24].

Menores juros indicam uma falsa viabilidade de determinados projetos de longo prazo [25]. O otimismo causado pela queda da taxa de juros se baseia em informações corrompidas. Para piorar, essa distorção não pode ser facilmente decifrada, pois atrapalha completamente as práticas contábeis [26]. Os juros podem estar menores e os valores em receita podem ser maiores que os custos anteriores de operação. Contudo, não se sabe quanto realmente vale o dinheiro agora, e nem em um futuro próximo. Desta forma, não se sabe se seu poder de compra efetivamente aumentou, ou diminuiu, apesar das contas positivas.

Em uma economia de mercado com diversos atuantes, a euforia coletiva diante de uma rede de informações distorcidas, pode induzir à situação em que “[…] a contabilidade das empresas irá sobrestimar acentuadamente seus lucros durante um processo de inflação – podendo até mesmo chegar ao ponto de estar consumindo seu capital ao mesmo tempo em que se imagina estar aumentando os investimentos.”, conclui Murray N. Rothbard [27].

O reajuste do mercado

Ignorar a realidade não é um processo isento de consequências. Em uma política inflacionária, quando a euforia do boom perde o efeito, durante processo de desvalorização da moeda, além do aumento de preços e das taxas de juros; aqueles investimentos que antes pareciam viáveis, acabam por se provando o contrário [28].

Tendo a contabilidade atrapalhada pelas informações distorcidas, o investidor percebe que repor os ativos se tornou muito mais caro do que os valores obtidos em receitas líquidas. Seus preços passam a aumentar, e juntamente daqueles que aumentaram sua cadeia produtiva durante as grandes expectativas, e do aumento do volume da demanda, ambos gerados do boom; percebe que não há mais demanda suficiente.

Para repor o mínimo do que foi causado pelos danos, decide cortar gastos, se desfazer dos seus fatores de produção e liquidar o estoque com preços extremamente menores do que os inicialmente projetados. Os bens de capital podem passar pelo mesmo processo. Dentro deste processo em larga escala, o desemprego em massa surge – pois trabalho humano é um fator de produção, e também será liquidado – e a miséria também. Nas empresas maiores e de produtividade muito acima da média, onde a tomada de crédito é algo comum, esses efeitos são ainda mais desastrosos.

Esse reajuste todo é um processo praticamente natural, como o de um corpo que expele substâncias danosas que, a princípio, não deviam estar lá. Da mesma forma que, quanto mais substâncias ingeridas, maior é a necessidade e a duração do processo de “limpeza”, quanto maior a distorção de mercado, maior o período e impacto do reajuste. Vale ressaltar que o período de recessão gera impacto principalmente nos mais pobres, pois estes podem persistir por menos tempo sob os tempos de “seca” se comparados aos que já possuíam capital acumulado.

O que foi mal alocado é destruído e o que ainda puder ser salvo é destinado a uma produção diferente, onde é aparentemente mais viável, ou onde realmente deveria estar desde o início. Aos bens de capital mais específicos [29], que foram mal demandados, resta virar sucata. Percebe-se daí, não só que o capital acumulado foi destruído, mas também que o tempo foi perdido.

A impossibilidade do boom eterno

Quando os efeitos de recessão, de uma onda inflacionária, começam a surgir, os investimentos inviáveis perdem suas máscaras. A recessão não só destrói a economia com desemprego, mas também a imagem da política vigente. Por incrível que pareça, há correntes políticas e econômicas que ainda advogam por uma política inflacionária recorrente. O período de boom passa a ser endeusado como toda boa lembrança, e então, propõem-no como algo constante, um sonho eterno, mesmo que, para isso, admitia-se que a moeda passe a ser completamente desvalorizada.

A dedução recorrente disto parece uma fantasia de uma criança de poucos anos. Estimulam que se houver uma constante emissão de moeda, o boom e a economia permanecerão aquecidos por gigantescos períodos. E surge uma verdadeira produtividade disto. Porém, nem mesmo se imaginarmos uma economia movida matematicamente [30] e de moeda neutra, isto seria possível.

Se alterarmos a quantidade de cédulas de “100 x”, para “200 x”, dentro das condições descritas acima, estima-se que o valor das cédulas caia pela metade, pois sua quantidade foi dobrada. Na segunda onda de boom, para manter a economia em um suposto “aquecer e expandir” constante, é necessário dobrar o volume de cédulas para “400 x”, causando uma nova desvalorização de 50%. O valor atual da moeda agora é 1/4 do inicialmente proposto. Na terceira onda inflacionária, essa desvalorização, em um volume de “800 x” de cédulas, mantém a moeda a 1/8 do valor. Mantendo esse processo constante, o próximo seria 1/16 para “1600 x”.

Da forma descrita acima, percebe-se então que o denominador representado pela desvalorização da moeda cresce de maneira exponencial. Em não muito tempo, o que ocorre com a moeda hipotética, é o mesmo com que houve sobre o marco alemão [31]. Esta representação ocorre no menor dos piores dos cenários, porque, tendo em conta que a economia é feita por indivíduos agentes, e adicionando todos os processos descritos no decorrer do artigo, e mais, a possibilidade de fuga de capital, a queda de importações, e os problemas de câmbio; a desvalorização da moeda é muito mais destrutiva.

Inflação é roubo

Subir as arrecadações do Estado em receitas líquidas, via cobrança de impostos, não é algo popular, nem agradável aos olhos do cidadão médio. Por mais que ludibriado por uma suposta necessidade da existência de um Estado, quando lhe convém perceber, ele sabe de onde vem o dinheiro dos governantes.

Sendo, o cidadão médio, também o eleitor, pouco convém ao político, que quer se manter em seus confortos – financiados pelo dinheiro alheio -, desagradá-lo tão abertamente. Desta forma, elabora outros formatos de expropriação. Em conluio com a oligarquia dos bancos, exercendo seu poder de emissão de papel-moeda e controle de reservas fracionárias [32], via Banco Central, decide cobrir seus exacerbados gastos – com populismo, controle sobre a mídia, sindicatos, classe artística, academia e, por fim, luxo da base política e aliada – através da inflação.

O burocrata aumenta suas arrecadações em saldo líquido, via desvalorização do dinheiro – por expansão de base monetária. Para isso, permite aos bancos um limite de disposição de crédito em reservas fracionárias. Tapa seus gastos com títulos de dívida futura [33], e faz com que os indivíduos, expropriados pelo Estado, paguem a conta.

Uma vez que o leviatã estatal obriga suas vítimas a usarem sua moeda, e então desvaloriza-a sorrateiramente – obviamente sem que haja consentimento dos usuários -, fazendo-os terem seus bens acumulados diluídos e transferidos para outras posses, de forma não-espontânea, i.e., sem que seja através de trocas consensuais; nada mais preciso do que igualar o processo inflacionário ao furto. Isto porque este, por sua vez, tem como sua exata definição a tomada da propriedade de outrem [34], sem consentimento e de forma imperceptível.

[1]: GARCIA, Paulo. Três Pilares da Economia Austríaca. Voxbrasilis.comDisponível em http://voxbrasilis.com/tres-pilares-da-economia-austriaca/ Acesso em 25 set 2018. JEVONS, Stanley. A Teoria da Economia Política & MENGER, Carl. Princípios da Economia Política, São Paulo: Editora Abril, 1983. Disponível em: <http://portalconservador.com/livros/Carl-Menger-Principios-de-Economia-Politica.pdf&gt;. MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, caps. 4 e 16.

[2]: MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, cap. 12.

[3]: Entre essas teorias, estão, no mínimo em parte, as de Marx, Smith e Ricardo..

[4]:  MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, cap. 17.

[5]: Vale lembrar que a moeda, principal alvo da expansão de sua própria base (obviamente), é também em si mesmo, um produto, e como tal, possui uma valoração e utilização espontânea. Este fato é distorcido nas sociedades, pois o Estado obriga com que os indivíduos usem determinada moeda em território “nacional”.

[6]: HOPPE, Hans-Hermann. Democracia: o Deus que falhou, São Paulo, Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2014. Cap. 1. MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, cap. 5. Teoria positiva do capital / Eugen von Böhm-Bawerk. — Nova Cultural. 1986. (Os economistas). GARCIA, Paulo. Três Pilares da Economia Austríaca. Voxbrasilis.com. Disponível em http://voxbrasilis.com/tres-pilares-da-economia-austriaca/ Acesso em 25 set 2018.

[7]: MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, p.466

[8]: MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, p.491-544. MISES, L. v. As seis lições, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2009. Cap. 4.

[9]: MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, p 468-472.

[10]: REED, W. Lawrence & HYDEN, Marc. O lento suicídio do Império Romano. Mises.org.br. Disponível em https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2195 Acesso em: 25 set 2018.

[11]: Criando um desbalanceamento em que produto “x” esteja 5% mais caro, e “y” 2% mais caro. Esse desbalanceamento artificial cria uma diferente e forçada realocação de recursos.

[12]: MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, p 389-394.

[13]: MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, cap. 17.

[14]: MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, cap. 19.

[15]: GARCIA, Paulo. Três Pilares da Economia Austríaca. Voxbrasilis.com. Disponível em: http://voxbrasilis.com/tres-pilares-da-economia-austriaca/ HOPPE,Hans-Hermann. Democracia: o Deus que falhou, São Paulo, Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2014. Cap. 1. MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, cap. 5. Teoria positiva do capital / Eugen von Böhm-Bawerk. — Nova Cultural. 1986. (Os economistas).

[16]: Característica comum entre diversos governos, e teorias econômicas intervencionistas, como o keynesianismo, o neomercantilismo e teorias econômicas desenvolvimentistas em geral.

[17]: Vale ressaltar que essas ondas inflacionárias, são os períodos de reajuste de preços após um determinado tempo havendo inflação e circulação da moeda.

[18]: Demanda por dinheiro em caixa, i.e., guardado, é semelhante à nível de poupança.

[19]: Ver nota 13.

[20]: MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, caps. 6 e 7. HOPPE, H. H. A Ciência Econômica e o Método Austríaco, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010.

[21]: MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, caps. 4, 6 e 14. HOPPE, H. H. A Ciência Econômica e o Método Austríaco, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010.

[22]: Prêmio compensatório é uma antecipação dos lucros (em formato de desconto) ou dos prejuízos (em formato de aumento de custos) extras no futuro. MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, caps 17 e 20.

[23]: Há mais dinheiro em crédito sendo disponível, i.e., ofertado, criando queda de preço da tomada de crédito.

[24]: Mises descreve de forma elucidativa que, de fato, alguns investimentos podem ter sido corretos APESAR da distorção de informações do mercado sob efeito inflacionário. Não muda o fato de que ela atrapalha a contabilidade, e causa os efeitos descritos no decorrer do artigo.

[25]: Projetos e investimentos a longo prazo tendem a demorar para pagar os custos do crédito tomado. Por isso, é necessário que o investidor tenha capital para um período de “subsistência”, enquanto os lucros não aparecem, a renda toda é destinada a pagamento de dívidas e parcelamentos, e a consolidação do seu investimento ainda não foi concretizada.

[26]: MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, caps 11, 12 e 13.

[27]: ROTHBARD, M. N. Os efeitos econômicos da inflação. Rothbardbrasil.com. Disponível em: http://rothbardbrasil.com/os-efeitos-economicos-da-inflacao/ Acesso em 25 set 2018.

[28]: MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, caps 11, 17 e 20.

[29]: Bens de capital cada vez mais específicos são aqueles que são mais dificilmente conversíveis – ou até inconversíveis. MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, cap. 15.

[30]: MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, caps 12 e 14.

[31]: FRENCH, D. & KURAPOVNA, C. M. Quando a moeda morreu na Alemanha. Mises.org.br. Disponível em: https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2077 Acesso em 26 set 2018. MISES, L. v. As seis lições, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2009. Cap. 3.

[32]: ROTHBARD, M. N. O Sistema Bancário de reservas fracionárias. Mises.org.br. Disponível em: https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=311 Acesso em: 26 set 2018. MISES, L. v. Ação Humana, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010, cap. 17.

[33]: ROTHBARD, M. N. Repudiando a dívida pública. Rothbardbrasi.com. Disponível em http://rothbardbrasil.com/repudiando-a-divida-publica/ Acesso em 26 set 2018.

[34]: GARCIA, Paulo. Fundamentos da Ética Libertária. Culturalibertaria.com. Disponível em: http://www.culturalibertaria.com/2018/04/fundamentos-da-etica-libertaria-por.html Acesso 26 set 2018. HOPPE, H. H. Uma Teoria do Socialismo e do Capitalismo, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2013, esp. Caps. 6 e 7; HOPPE, H. H. A Ciência Econômica e o Método Austríaco, São Paulo: Instituto Ludwig Von Mises Brasil, 2010.

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